O laudo elaborado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) apontou que o apartamento destruído na explosão registrada no bairro do Stiep, em Salvador, apresentava elevada concentração de gás no momento do incidente ocorrido em 27 de fevereiro.
A conclusão reforça a hipótese investigada de que o imóvel permaneceu totalmente fechado antes da explosão, favorecendo o acúmulo do gás e criando condições para a propagação da detonação.
Segundo informações divulgadas pela TV Bahia, os peritos identificaram duas possíveis causas para a faísca que teria iniciado a explosão. Uma delas seria o acionamento automático da geladeira existente no apartamento. A outra hipótese considera a geração de faíscas durante uma tentativa de arrombamento da porta da unidade.
De acordo com a análise técnica, a concentração de gás em um ambiente sem ventilação fazia com que qualquer fonte de ignição fosse suficiente para provocar a explosão.








