Escolas da rede municipal de Salvador adotam medidas para adaptar a alimentação às necessidades de alunos neurodivergentes. No Centro Municipal de Educação Infantil Calabar, por exemplo, a equipe segue orientações específicas para atender crianças com seletividade alimentar e considera as preferências individuais de cada estudante.
O trabalho começa com o diálogo com as famílias e o acompanhamento diário dos alunos. Segundo a coordenadora da unidade, Kelle Cristina, as informações compartilhadas pelos responsáveis ajudam a adequar o cardápio e a garantir um ambiente de acolhimento e respeito às necessidades das crianças.
Na unidade, três tabelas reúnem orientações sobre estudantes com seletividade alimentar, alergias ou restrições religiosas. Os materiais ficam disponíveis na cozinha e nas salas de aula para orientar os profissionais responsáveis pela preparação e oferta das refeições.








