Em 30 anos população de baleias-jubarte passou de 1,5 mil para 35 mil

Meio Ambiente
Tânia Rêgo/Agência Brasil

O catamarã Pegasus I deixa o cais no centro da cidade de Caravelas (BA), ao nascer do sol. O destino é o arquipélago dos Abrolhos, um dos principais redutos de biodiversidade marinha do Brasil.

A viagem tem duração prevista de cinco horas, mas acaba se alongando para muito mais tempo, porque os passageiros não estão simplesmente navegando, e sim, “baleiando”: seguindo o rastro das baleias jubarte, que todos os anos saem da Antártica e viajam até Abrolhos para acasalar e parir.

Cerca de duas horas após a partida, a comitiva se ajeita nos melhores pontos de observação do catamarã e apruma o olhar. O borrifo é o primeiro sinal da presença de uma baleia, e passa a determinar a direção do barco.

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